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Uso racional de EPIs é medida eficaz para gerenciamento da pandemia

Diante da alta demanda, locais que contam com atendimento e acolhimento de pessoas infectadas pelo novo coronavírus devem fazer uso racional para evitar escassez de EPIs



Crédito da foto: <a href='https://br.freepik.com/fotos-vetores-gratis/pessoas'>Pessoas foto criado por prostooleh - br.freepik.com</a>


Desde que os casos de COVID-19 se espalharam pelo mundo, hospitais e outros espaços de atendimento à saúde temem a falta de equipamentos de proteção individual (EPIs), como máscaras, aventais e luvas. Isso acontece porque a demanda dos materiais tem sido superior à capacidade de produção, tanto em nível nacional quanto mundial. Para evitar a falta de EPIs, pessoas que atuam em postos de saúde, unidades prisionais e hospitais, por exemplo, devem fazer uso adequado dos materiais.


Considerando isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) elaborou um documento* para orientar o uso racional de EPIs em locais de assistência à saúde e na comunidade. O objetivo é evitar que o mau uso e a estocagem dos EPIs provoquem desperdício e falta dos materiais.



A fim de manter a disponibilidade de EPIs, utilize os materiais adequadamente e otimize o uso de cada item. Nesse sentido, algumas medidas que podem ser implementadas são a utilização do distanciamento durante atendimentos e a restrição da entrada de pessoal nas dependências em que os pacientes infectados ou com suspeita de COVID-10 aguardam ou estão internados.

Para um uso racional dos EPIs

O uso racional dos EPIs prevê que os materiais sejam usados com base no risco de exposição, como o tipo de atividade; e na dinâmica de transmissão do agente causador da doença, como contato, gotículas ou aerossol.


No caso do atendimento de pacientes infectados com COVID-19, o uso de EPIs pode variar em função da situação, do tipo de profissional e da atividade realizada. Veja alguns exemplos:

• Profissionais da saúde envolvidos no cuidado direto de pacientes devem usar bata cirúrgica, luvas, máscara cirúrgica e proteção dos olhos (óculos de proteção ou máscara facial).

• No caso de realização de procedimentos que gerem aerossol, como intubação e broncoscopia, os profissionais devem usar respirador, proteção dos olhos, luvas e bata cirúrgica – caso a bata cirúrgica não seja resistentes a fluidos, deve-se usar também avental.


Além disso, é necessário otimizar a disponibilidade dos EPIs a partir de uma boa gestão da cadeia de fornecimento e entrega dos materiais. Lembre-se que os EPIs são apenas uma das medidas de controle para evitar a propagação do coronavírus. As demais medidas incluem controle administrativo, ambiental e de engenharia.

Para visualizar a orientação da OMS na íntegra, acesse: https://iris.paho.org/handle/10665.2/51954. O documento foi elaborado em fevereiro de 2020, ainda no primeiro trimestre de pandemia. Novas orientações, como o uso de máscara para a população geral, sofreram alterações desde então.

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